Silvia Lopes é meio peregrina.
Nasce em Belém do Pará, passa a infância
e a adolescência em São Luís do Maranhão,
volta às raízes familiares na Bahia, finca os pés em
São Paulo, onde se estabelece como artista plástica
e atualmente mora e trabalha em Salvador.
Dos lugares por que passa traz
idéias, experiências,cores e texturas,
que usa na fabricação de suas peças,
a maioria feita de cerâmica.
O carro-chefe são as mandalas,
que fogem à linha de produção, já que
são todas exclusivas.
“Meu trabalho segue o príncipio
da mandala”, diz Silvia. “Ele é o centro
da minha vida. Não importa aonde for,
eu o levo sempre comigo.”
Texto: Mônica Manir
